05/02/2020 09h59 - Atualizado em 12/02/2020 17h03

Parques estaduais são referência em educação ambiental para escolas

Foto: Iema/Divulgação

Os movimentos ambientalistas e sobre Educação Ambiental encontram nos parques estaduais um ambiente perfeito para aprendizado de alunos e público universitário. As visitas desse tipo de público se multiplicam à medida que os problemas ambientais também se agravaram, principalmente quando começam a afetar a qualidade de vida do ser humano.

Com a volta às aulas, as unidades de conservação do Espírito Santo são procuradas para a participação cidadã na gestão do meio ambiente. “Mais do que abordar comportamentos ecológicos ou informar sobre o meio ambiente, nosso interesse é promover a consciência ambiental no contexto de cada unidade de conservação", ressalta o gestor da Reserva Biológica Duas Bocas, Fabiano Zamprogno.

Em 2019, a Reserva Biológica (Rebio) Duas Bocas, em Cariacica, atendeu um total de 400 alunos das 13 escolas que visitaram a unidade. Além disso, foram cinco aulas de campo com alunos das universidades com atendimento a 95 pessoas. “E foi um ano atípico, com muitos cancelamentos devido às chuvas. Sendo assim, o número de escolas atendidas é bem maior”, considera Zamprogno.

Número maior

No município de Conceição da Barra, o Parque Estadual de Itaúnas (PEI) atendeu, em 2019, a 15 escolas e 550 alunos apenas no segundo semestre. “Tivemos obras na unidade durante o primeiro semestre. Geralmente, o número é maior”, informa o agente de desenvolvimento ambiental e recursos hídricos Gustavo Adolfo Braga da Rosa.

Com forte apelo turístico, o Parque Estadual da Pedra Azul (Pepaz), em Domingos Martins, atendeu, em 2019, 88 escolas e 3.017 alunos. “Foi uma média mensal de nove escolas e 301 alunos de março a dezembro”, contabiliza a gestora do Pepaz, Daniele Nicioli.

No Parque Estadual Paulo Cesar Vinha (PEPCV), em Guarapari, foram 43 escolas e 1.105 alunos atendidos no ano passado, enquanto que o Parque Estadual Cachoeira da Fumaça (PECF), em Alegre, atendeu 13 escolas e 350 alunos. Já o Parque Estadual Forno Grande (PEFG) atendeu 13 escolas e 513 alunos no ano de 2019.

“Nosso objetivo é promover a educação ambiental no contexto de cada comunidade do entorno, contribuindo para a construção coletiva de uma percepção crítica e ação socioambiental transformadora“, considera a gestora do PEPCV, Joseany Trarbach.

O Instituto Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Iema) gerencia 17 Unidades de Conservação (UC) estaduais, compostas por seis Áreas de Proteção Ambiental (APA), seis Parques Estaduais, uma Reserva Biológica, dois Monumentos Naturais (MoNa), uma Área de Relevante Interesse Ecológico (ARIE) e uma Reserva de Desenvolvimento Sustentável (RDS).As Unidades de Conservação estão abertas à visitação, sendo que a Reserva Biológica de Duas Bocas, em Cariacica, recebe apenas grupos programados de estudantes para atividades de educação ambiental.17 Unidades de Conservação 

A Área de Relevante Interesse Ecológico Morro da Vargem, onde está abrigado o Mosteiro Zen Budista Morro da Vargem, em Ibiraçu, também possui restrição ao público e as visitas são agendadas sempre aos domingos.

Todos os Parques Estaduais e a RDS Concha D´Ostra, em Guarapari, estão estruturados com sede própria para receber o visitante. Com relação aos dias de visitação, apenas o Parque Estadual Mata das Flores e a RDS Concha D´Ostra não estão abertos aos sábados e domingos. Os demais Parques estão abertos todos os dias, das 8h às 17h. 

Saiba mais:

** Unidades de Conservação constantemente abertos, porém são áreas com pontos turísticos em territórios públicos e/ou propriedades privadas.* Aberto apenas para estudantes em projetos e programas de Educação Ambiental.

*** Esta Unidade de Conservação recebe visitação sempre aos Domingos, com prévio agendamento.

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